Viraminas Associação Cultural

Entidade de promoção da cultura no Sul de Minas Gerais

Quem somos

A Viraminas é uma organização sem fins lucrativos que visa a promoção das artes e da cultura com sede em Três Corações e atuação em toda a microrregião. Através dos projetos que empreende e executa, dá condições de participação na vida cultural para toda a comunidade, promovendo diversas linguagens e proporcionando espaços de criação e fruição. A entidade foi fundada em 2007 e desde então vem ganhando novos adeptos, promovendo novas ideias e buscando maneiras de garantir a sustentabilidade.


Projetos em andamento

Galpão de artes

Viraminas

Espaço comunitário localizado no bairro Santana em fase de captação de recursos para adaptação. É um galpão alugado desde janeiro de 2017 cujo objetivo é de receber apresentações de teatro, dança, circo, música e audiovisual; além de sediar saraus e mostras de todo tipo. O espaço também é sede de cursos de percussão, fotografia, audiovisual, teatro e circo; com mensalidades a preços acessíveis. O local recebe apoio de parte do empresariado local e da comunidade por meio de crowdfunding (financiamento colaborativo).

Estúdio Móvel

O Estúdio Móvel é um projeto da Viraminas que consiste na gravação de músicas de cultura popular da comunidade. Tem equipamentos completos para a gravação musical (computador, monitores de áudio, interface, microfones condensadores) e roda software livre. Através do estúdio lançamos nosso primeiro álbum, o Mestres no Estúdio, em que cinco mestres da região (Mestre Albino, do Congado de Cambuquira; dona Roxinha, rezadeira de Cambuquira; Mestre Vicente, da Catira de São Bento Abade; Mestres Jaime e Adair, da Folia de Reis de Três Corações; e Mestre Edinho, da Escola de Samba Acadêmicos do Morro) cantaram composições de Ronildo Prudente em conjunto com os músicos do Balaio de Minas. O segundo projeto executado consistiu na gravação do clipe Vissungo, em fase final de produção, com a participação de cantores de grupos de congado de Lambari e Machado.

Museu da Oralidade

Vicente Lima

O Museu da Oralidade realiza pesquisas de memória e registro das expressões das culturas populares na região Sul de Minas Gerais, promovendo a difusão dos conhecimentos levantados a partir da publicação de livros, material impresso (como a revista Ora!) e o site do projeto (em fase de reconstrução). Ao contrário do que o nome inicialmente pode sugerir, o Museu não conta com um espaço físico disponível à comunidade (construí-lo é um dos nossos grandes sonhos). O projeto é formado pelo acervo das memórias que vão sendo colhidas ininterruptamente ao longo dos projetos, em diversos tipos de mídia.

Balaio de Minas

O Balaio de Minas é um grupo de danças e cantorias populares, com repertório autoral, que se apresenta na rua e que conta com 16 membros. Em 2016, estreou o espetáculo Folia do Boi Mineiro, com composições de Ronildo Prudente, direção de Cristiano Meirelles (Instituo Brincante/SP), cenário e figurino de Ronan Vaz (Trupe de Truões/Uberlândia). Boa parte do grupo é formada por amadores (professores, vendedores, profissionais liberais, servidores públicos) entre 20 e 50 anos, que se interessam por enveredar no ramo artístico. O grupo trabalha um repertório inspirado em ritmos populares brasileiros, como jongo, maracatu, samba de umbigada e coco e traz para o palco elementos como a burrinha e o boi, produzindo um espetáculo que agrada a todas as idades.

Biblioteca de Todo Mundo

Acervo comunitário de livros, realizou empréstimos gratuitos para toda a comunidade. No ano de 2015, tinha cerca de 80 empréstimos por semana, a maioria para estudantes entre 10 e 14 anos. Conta com patrocínio das empresas RN Tintas e GF Supermercados para retomar as atividades no segundo semestre de 2018.


Projetos encerrados

Recriação

Consistiu na criação de um grupo artístico de rua, formado em sua maioria por adolescentes entre 14 e 18 anos, que criaram o espetáculo autoral Comitiva Cataguá e se apresentou em bairros e locais de grande visitação da comunidade tricordiana.


Como a entidade se mantém

A Associação tem entre as fontes de recurso os editais públicos, como o Fundo Estadual de Cultura e similares; o patrocínio direto de empresas; a doação de pessoas físicas e a venda de serviços diretos à comunidade (cursos, ingressos para espetáculos etc). Buscamos ainda o apoio via incentivo fiscal (imposto de renda e ICMS), de forma que promovemos sensibilização e reuniões com o empresariado. No entanto, este mecanismo ainda é pouco conhecido entre possíveis incentivadores, apesar das constantes campanhas realizadas na cidade.